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sexta-feira, 11 de março de 2011

Morri, fui pro céu. E agora?

Quem nunca quis saber como é o céu? Afinal, geralmente quando uma pessoa segue uma religião, ou independente de seguir uma religião, acredita em Deus, é porque também acredita no céu. E que quando morrer, se tiver feito tudo conforme Nosso Senhor quis, ganha o presente eterno. Deeesta maneira, surge uma certa curiosidade pra saber qual é este presente eterno que Deus está nos reservando. Será aquele onde passeamos por entre as núvens, rodeados de anjos tocando harpa? Sei não...

O que me aparece como ideia mais sensata, é aquela historinha que contam pros islâmicos homens-bomba, pra que estes cumpram seu "belo" papel. Exploda-se, e lá no céu você vai encontrar um harém repleto de virgens te esperando. Ora, nada mais certo do que o céu, sendo uma retribuição do nosso comportamento em vida, tenha tudo o que nos possa fazer feliz, deixar-nos realizados e satisfeitos. De certa maneira, tudo aquilo que evitamos em vida, os prazeres e tentações, teríamos a disposição no descanso eterno.

Pense num lugar aonde você possa falar tudo aquilo que quiser na cara de fulano(a) que não te agrada, mas nunca pôde. Aonde possa reunir todos os seus próximos mais queridos, familiares, amigos... Aonde você tenha dinheiro de sobra pra viajar pelo mundo, comprar tudo o que quiser, ou simplesmente tenha uma estante repleta de livros para ler e vivenciar as histórias ao mesmo tempo. Cada um tem a sua maneira de ser feliz.

Mas eu também tenho uma ideia de felicidade, que pra mim torna tudo ainda mais confuso. Acredito que a felicidade tem que ser vista numa visão de economista: é sempre escassa, estamos sempre lidando com novas necessidades, nunca estamos completamente felizes, ou então, precisamos cultivar todos os dias os bons sentimentos. Dessa forma, o céu, o Eterno, nosso presente final de Deus, vai ser de enjoar um dia? Vamos conseguir reinventar nossos prazeres, de forma que o tédio nunca tome conta do paraíso?

Só vamos saber de tudo isso um dia, mas é claro, se Nosso Senhor não nos mandar mais pra baixo... Parodiando uma certa música: "o jeito é, dar uma morridinha pra saber..." (ficou tosco, mas valeu a intenção)

domingo, 23 de janeiro de 2011

A árvore, o filho e o livro

Minha professora de Língua Portuguesa, Dona Silvana, costumava dizer que o ser humano, para atingir a felicidade plena, ou realizar-se pessoalmente, deveria fazer três coisas: plantar uma árvore, ter um filho e escrever um livro.

Hoje resolvi dar uma olhada na net é vi que o negócio é sério mesmo, sabedoria popular.

Acredito que plantar um árvore seja muito simples, qualquer um já deve ter feito. Quem nunca ganhou uma mudinha na escola para plantar em casa? Se você é muito malandro e jogou a muda fora quando criança, taí ó, hora de correr atrás do prejuízo. Mas não plante eucalipto, já basta por aqui. Os lençóis freáticos agradecem.

Fazer um filho, ou melhor, ter um filho, tá fácil pra caramba atualmente. Acho que a regra deveria ser atualizada: Tome cuidado pra não ter um filho na hora errada, ou melhor, eduque bem o seu filho, garanta um bom futuro pra ele!

Quanto ao livro, acho que o negócio é mais complicado. Eu já tentei escrever, tenho até uma ideia de romance que, modéstia a parte, viraria bestseller (chique!) mas a preguiça não deixa. Vislumbro até uma adaptação para o cinema ou TV. Novela das 9, é claro.

Caindo na real, eu já plantei uma árvore (justamente na época da escola), pretendo ter um filho futuramente, e talvez escreva um livro, nem que seja um biografia bem chata ou a monografia do meu doutorado. Planos pro futuro, oras.

E você? Só não vale sair fazendo muitos filhos pra compensar a árvore e o livro, espertinho!