quinta-feira, 28 de junho de 2012
Os gatinhos
Quem diria, que uma simples postagem sobre uma raça de gatos (Maine Coon) renderia visualizações deste blog até hoje, tanto tempo depois que parei de postar nele... Mas que são uma fofura, isso são!
sábado, 30 de julho de 2011
Estou a ler José Saramago
Sempre tive a curiosidade de ler algum livro de José Saramago, aclamado escritor português, ganhador do Prêmio Nobel da Literatura. Por obra do acaso, encontrei "O Evangelho Segundo Jesus Cristo" exposto na Biblioteca da Univali esses dias atrás e peguei para ler.
De cara, o que assusta um pouco é a exigência contida nas primeiras páginas: "Por desejo do autor, foi mantida a ortografia vigente em Portugal." Isso porque, como nós tupiniquins não nos expressamos totalmente com as mesmas palavras que os irmãos de língua, fato constatado, convém observar, ser comum para quem faz downloads na internet, perceber as opções de idioma geralmente separadas em Português (Portugal) e Português (Brasil). Desse modo, é útil ler "O Evangelho" acompanhado de um bom (ou ótimo) dicionário.
Começando a leitura, qualquer leitor que estiver atento vai perceber que alguma coisa habitual está faltando. Uma só não, mas algumas. Um ponto final, sim, um ponto que termine um oração e comece outra, geralmente demora a aparecer. Saramago tinha um estilo próprio e diferente dos demais escritores. Construía suas orações/frases separadas por vírgula, ou, caso eu esteja enganado na análise sintética, construía orações gigantescas.
E não para por aí. Saramago não tinha por costume começar um novo parágrafo cada vez que a ideia do último seguia um novo foco. A essa função ficou encarregado o ponto. Nas muitas vírgulas e poucos pontos que se formaram os grandes parágrafos.
O que mais dificulta a leitura, porém, é o fato de que os diálogos entre os personagens acontecem também separados apenas por vírgulas. Quer saber quando alguém está falando? Uma letra maiúscula denuncia. Quer saber QUAL dos personagens está falando? Uma nova letra maiúscula vai lhe mostrar que um terminou a fala para o outro começar a dele. Nada de nova linha, parágrafo, travessão, e aquilo tudo que você aprendeu na escola. Esqueça. Ou melhor, não esqueça, por que você não é José Saramago.
Uma coisa é certa: pra quem gosta de frases de efeito, "O Evangelho" é um ótimo livro. Saramago sabia usar as palavras, era gênio mesmo, não tem como duvidar. A dúvida, aliás, é uma constante, caso você, como eu, acredite em Deus e seja cristão. Está aí outro ponto, o que mais causou polêmica do livro de Saramago: a versão da história de Jesus Cristo, totalmente diferente daquela que estamos habituados, a que se encontra na Bíblia Sagrada.
Saramago, comunista e ateu, usou a razão nua e crua para contar a vida de Jesus, uma visão própria da época, de tempos e costumes longínquos, com a qual se torna difícil acreditar nos pormenores românticos e sentimentais presentes na Bíblia. Maria, por exemplo, é vista como uma mulher submissa e constantemente inferiorizada, até pelo próprio filho Jesus. E ironizou a figura de Deus, criando uma espécie de tirano onipotente, onisciente e onipresente.
Certeza temos nesta vida que a morte virá, e também que mexer com religião é arrumar encrenca. Logo, Saramago havia conquistado a inimizade de peso da Igreja Católica. Mas vale a pena ler "O Evangelho Segundo Jesus Cristo", talvez até pelo último motivo.
De cara, o que assusta um pouco é a exigência contida nas primeiras páginas: "Por desejo do autor, foi mantida a ortografia vigente em Portugal." Isso porque, como nós tupiniquins não nos expressamos totalmente com as mesmas palavras que os irmãos de língua, fato constatado, convém observar, ser comum para quem faz downloads na internet, perceber as opções de idioma geralmente separadas em Português (Portugal) e Português (Brasil). Desse modo, é útil ler "O Evangelho" acompanhado de um bom (ou ótimo) dicionário.
Começando a leitura, qualquer leitor que estiver atento vai perceber que alguma coisa habitual está faltando. Uma só não, mas algumas. Um ponto final, sim, um ponto que termine um oração e comece outra, geralmente demora a aparecer. Saramago tinha um estilo próprio e diferente dos demais escritores. Construía suas orações/frases separadas por vírgula, ou, caso eu esteja enganado na análise sintética, construía orações gigantescas.
E não para por aí. Saramago não tinha por costume começar um novo parágrafo cada vez que a ideia do último seguia um novo foco. A essa função ficou encarregado o ponto. Nas muitas vírgulas e poucos pontos que se formaram os grandes parágrafos.
O que mais dificulta a leitura, porém, é o fato de que os diálogos entre os personagens acontecem também separados apenas por vírgulas. Quer saber quando alguém está falando? Uma letra maiúscula denuncia. Quer saber QUAL dos personagens está falando? Uma nova letra maiúscula vai lhe mostrar que um terminou a fala para o outro começar a dele. Nada de nova linha, parágrafo, travessão, e aquilo tudo que você aprendeu na escola. Esqueça. Ou melhor, não esqueça, por que você não é José Saramago.
Uma coisa é certa: pra quem gosta de frases de efeito, "O Evangelho" é um ótimo livro. Saramago sabia usar as palavras, era gênio mesmo, não tem como duvidar. A dúvida, aliás, é uma constante, caso você, como eu, acredite em Deus e seja cristão. Está aí outro ponto, o que mais causou polêmica do livro de Saramago: a versão da história de Jesus Cristo, totalmente diferente daquela que estamos habituados, a que se encontra na Bíblia Sagrada.
Saramago, comunista e ateu, usou a razão nua e crua para contar a vida de Jesus, uma visão própria da época, de tempos e costumes longínquos, com a qual se torna difícil acreditar nos pormenores românticos e sentimentais presentes na Bíblia. Maria, por exemplo, é vista como uma mulher submissa e constantemente inferiorizada, até pelo próprio filho Jesus. E ironizou a figura de Deus, criando uma espécie de tirano onipotente, onisciente e onipresente.
Certeza temos nesta vida que a morte virá, e também que mexer com religião é arrumar encrenca. Logo, Saramago havia conquistado a inimizade de peso da Igreja Católica. Mas vale a pena ler "O Evangelho Segundo Jesus Cristo", talvez até pelo último motivo.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
Comparação de aberturas - "O Astro"
Estreou ontem a "novela das 11" da Globo, O Astro. Como a primeira versão já passou faz um bom tempo, muita gente não sabe que se trata de um remake. Em 1977, Francisco Cuoco era "o astro" da novela de Janete Clair, vivido hoje por Rodrigo Lombardi.
Abaixo, a abertura de cada versão, com a feliz ideia de repetir a música de João Bosco, Bijuterias. É claro, nem se comparam os efeitos especiais, mas ambas são bonitas, e a nova certamente é uma das melhores do ano. Faltou um destaque maior para o nome da autora, a "Nossa Senhora das 8" Janete Clair.
Abaixo, a abertura de cada versão, com a feliz ideia de repetir a música de João Bosco, Bijuterias. É claro, nem se comparam os efeitos especiais, mas ambas são bonitas, e a nova certamente é uma das melhores do ano. Faltou um destaque maior para o nome da autora, a "Nossa Senhora das 8" Janete Clair.
O Astro (1977)
O Astro (2011)
sexta-feira, 29 de abril de 2011
O fim está próximo - Harry Potter
Saiu o trailer da segunda parte de "Harry Potter e as Relíquias da Morte", previsto para estrear dia 15 de julho. Pra quem é fã como eu, simplesmente emocionante. E vem aquela tristeza de uma despedida... Pergunto: o que será de nós sem Harry Potter?
domingo, 3 de abril de 2011
Sobre Bolsonaro, Feliciano e afins
Essa semana foi o 'auge da glória' para o Deputado Jair Bolsonaro (PP/RJ). Apareceu segunda no CQC, da Band, falou besteira como de costume, e depois virou hit na internet: entrou para os trending topics do Twitter, foi notícia em praticamente todos os sites. O motivo, a resposta que deu para uma pergunta da cantora Preta Gil, que questionou como o nobre deputado reagiria se seu filho namorasse com uma negra. Houve uma confusão na interpretação da pergunta, e Bolsonaro soltou a pérola seguinte: “Preta, não vou discutir promiscuidade com quer que seja. Eu não corro esse risco, e meus filhos foram muito bem educados e não viveram em um ambiente como, lamentavelmente, é o teu”.
Acredito, sinceramente, que o deputado se enganou na resposta. Mesmo existindo uma grande possibilidade de ele ser racista em seu íntimo, não seria idiota a tal ponto de declarar isso em TV aberta para milhões de telespectadores, sabendo da punição que o crime de racismo acarreta. Bolsonaro confundiu-se com o tema da pergunta anterior, relacionado a questões homossexuais. Aí ele destila todo seu veneno. Não poupa críticas aos movimentos que pedem direitos ao gays e diz que está se lixando para eles, mesmo alegando, pásmem, não ser homofóbico.
Ok. É o Bolsonaro, quem tá acostumado com ele, não se espanta. Mas eis que surge o Deputado/Pastor Marco Feliciano (PSC/SP). Numa demonstração de toda sua grande sabedoria antropológica e do surgimento dos povos humanos, ele disse que, aspas: "Africanos descendem de ancestrais amaldiçoados por Noé. Isso é fato.", mais: "Sobre o continente africano repousa a maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, aids. Fome... Etc", e pro raciocínio ficar redondinho: "a maldição q Noe lança sobre seu neto, canaã, respinga sobre continente africano, dai a fome, pestes, doenças, guerras étnicas!". Mas alegrai-vos, povo africano, porque tudo se resolve através da conversão!
O iluminado também disse que gays tem "podridão de sentimentos", que "levam ao ódio, ao crime e à rejeição". Mas não se engane, irmão e irmã, porque o deputado afirmou com todas as letras que é cristão, e ama os gays. Assim como o Bolsonaro, ele não é homofóbico. Segue "a risca" o mandamento de Jesus, que nos orientou amarmos uns aos outros assim como Ele nos amou. Imagino como Jesus deve estar se sentindo bem representado.
A maior tristeza no caso desses dois seres humanos é a quantidade de pessoas que apóiam suas ideias. Tanto Bolsonaro quanto Feliciano foram eleitos com grande quantidade de votos, mas não fica por aí. Na internet, quem repara nos comentários das notícias envolvendo as duas figuras, percebe a quantidade de apoiadores, alguns inclusive sugerindo que Jair Bolsonaro se candidate à Presidência da República. Pobre Brasil.
Não se questiona o direito de livre expressão de ideias, a liberdade de se dizer aquilo que pensamos. Mas existem limites pra tudo. Existem os limites definidos por lei (racismo), e aqueles que lei nenhuma precisa definir, referentes a tal 'vida dos outros', com a qual tanto nos importamos. Disso o bom senso deveria cuidar. Penso com meus botões que o mais importante numa lei proibitiva não é a punição que ela acarreta, mas sim a reflexão sobre a tolerância e o respeito às diferenças. Não vou ser preconceituoso com um negro só porque a lei proíbe o preconceito? Não, de fato, eu não tenho nenhum preconceito com as pessoas de pele negra. O mesmo vale para os gays, deficientes, e etc.
Bolsonaro e Feliciano não são só preconceituosos e ultrapassados, mas são irresponsáveis. "Animam" uma plateia de cidadãos ultraconservadores, que, por sua vez, motiva seus animadores para novas exposições de ódio ao diferente. Um círculo vicioso.
Para eles, pensar, nem pensar.
Acredito, sinceramente, que o deputado se enganou na resposta. Mesmo existindo uma grande possibilidade de ele ser racista em seu íntimo, não seria idiota a tal ponto de declarar isso em TV aberta para milhões de telespectadores, sabendo da punição que o crime de racismo acarreta. Bolsonaro confundiu-se com o tema da pergunta anterior, relacionado a questões homossexuais. Aí ele destila todo seu veneno. Não poupa críticas aos movimentos que pedem direitos ao gays e diz que está se lixando para eles, mesmo alegando, pásmem, não ser homofóbico.
Ok. É o Bolsonaro, quem tá acostumado com ele, não se espanta. Mas eis que surge o Deputado/Pastor Marco Feliciano (PSC/SP). Numa demonstração de toda sua grande sabedoria antropológica e do surgimento dos povos humanos, ele disse que, aspas: "Africanos descendem de ancestrais amaldiçoados por Noé. Isso é fato.", mais: "Sobre o continente africano repousa a maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, aids. Fome... Etc", e pro raciocínio ficar redondinho: "a maldição q Noe lança sobre seu neto, canaã, respinga sobre continente africano, dai a fome, pestes, doenças, guerras étnicas!". Mas alegrai-vos, povo africano, porque tudo se resolve através da conversão!
O iluminado também disse que gays tem "podridão de sentimentos", que "levam ao ódio, ao crime e à rejeição". Mas não se engane, irmão e irmã, porque o deputado afirmou com todas as letras que é cristão, e ama os gays. Assim como o Bolsonaro, ele não é homofóbico. Segue "a risca" o mandamento de Jesus, que nos orientou amarmos uns aos outros assim como Ele nos amou. Imagino como Jesus deve estar se sentindo bem representado.
A maior tristeza no caso desses dois seres humanos é a quantidade de pessoas que apóiam suas ideias. Tanto Bolsonaro quanto Feliciano foram eleitos com grande quantidade de votos, mas não fica por aí. Na internet, quem repara nos comentários das notícias envolvendo as duas figuras, percebe a quantidade de apoiadores, alguns inclusive sugerindo que Jair Bolsonaro se candidate à Presidência da República. Pobre Brasil.
Não se questiona o direito de livre expressão de ideias, a liberdade de se dizer aquilo que pensamos. Mas existem limites pra tudo. Existem os limites definidos por lei (racismo), e aqueles que lei nenhuma precisa definir, referentes a tal 'vida dos outros', com a qual tanto nos importamos. Disso o bom senso deveria cuidar. Penso com meus botões que o mais importante numa lei proibitiva não é a punição que ela acarreta, mas sim a reflexão sobre a tolerância e o respeito às diferenças. Não vou ser preconceituoso com um negro só porque a lei proíbe o preconceito? Não, de fato, eu não tenho nenhum preconceito com as pessoas de pele negra. O mesmo vale para os gays, deficientes, e etc.
Bolsonaro e Feliciano não são só preconceituosos e ultrapassados, mas são irresponsáveis. "Animam" uma plateia de cidadãos ultraconservadores, que, por sua vez, motiva seus animadores para novas exposições de ódio ao diferente. Um círculo vicioso.
Para eles, pensar, nem pensar.
Muito mais que 19 anos - São João em imagens de outros tempos
Esse vídeo foi feito em 2009, em comemoração aos 17 anos de São João do Itaperiú, mas continua "atual", porque as imagens são parte da memória do município. Os mais antigos com certeza procuram pessoas conhecidas, lembram de fatos, imagens, se emocionam e sentem saudades de um tempo que não volta mais... Para os mais novos, como eu, a curiosidade em imaginar como seria a São João 'de antigamente' e as pessoas que viviam nela.
A vida, como se sabe, não era fácil, e por esse motivo muitos saíram daqui para as grandes cidades, em busca de melhores oportunidades que a labuta na roça não proporcionava mais. Aqueles que ficaram, permaneceram unidos, e dessa união mais tarde gerou-se um novo município.
Destaco no vídeo meus dois bisavôs, o meu homônimo Artur (sem o H) dos Santos, que aparece nas imagens reunído em família, e como locutor da Festa de São João. O outro, Fortunato Delmonego, levando madeira com amigos para construir uma ponte sobre o Rio Itapocú. Meu vô Natinho também aparece na época de garotão da "society" itaperiuense. É mole? Enfim, todos pioneiros dessa pequena cidade.
Outra foto interessante é a da multidão em frente a igreja no dia das missões, em 1963. Impressionante! E pra confirmar que a vida não era um mar de rosas, dá pra ver o pessoal todo de pés descalços. Graças a Deus, hoje a qualidade de vida melhorou bastante.
Enfim, somos município há 19 anos, mas a nossa história já atravessa séculos. Viva São João!
A vida, como se sabe, não era fácil, e por esse motivo muitos saíram daqui para as grandes cidades, em busca de melhores oportunidades que a labuta na roça não proporcionava mais. Aqueles que ficaram, permaneceram unidos, e dessa união mais tarde gerou-se um novo município.
Destaco no vídeo meus dois bisavôs, o meu homônimo Artur (sem o H) dos Santos, que aparece nas imagens reunído em família, e como locutor da Festa de São João. O outro, Fortunato Delmonego, levando madeira com amigos para construir uma ponte sobre o Rio Itapocú. Meu vô Natinho também aparece na época de garotão da "society" itaperiuense. É mole? Enfim, todos pioneiros dessa pequena cidade.
Outra foto interessante é a da multidão em frente a igreja no dia das missões, em 1963. Impressionante! E pra confirmar que a vida não era um mar de rosas, dá pra ver o pessoal todo de pés descalços. Graças a Deus, hoje a qualidade de vida melhorou bastante.
Enfim, somos município há 19 anos, mas a nossa história já atravessa séculos. Viva São João!
terça-feira, 22 de março de 2011
O Brasil me constrange: visita de Obama
No último final de semana, aconteceu um espetáculo sofrível pro nosso país tropical. A visita do Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi tratada como um evento de outro mundo superior ao nosso, algo histórico. Deu impressão de que o visitante era Deus em pessoa, e não um presidente de uma nação parceira.
Longe de mim ser anti-americano, e por esse motivo repudiar a visita de Obama, ou perder meu tempo sagrado com um protesto pelo fechamento da prisão de Guantánamo ou pelo fim dos ataques à Líbia. Mas eu não consigo entender o Brasil. Não só o governo, mas a imprensa em geral, que defende que nós brasileiros nos relacionemos de igual para igual com os americanos.
O que se viu, longe de igualdade, foi a mesma submissão de sempre. O aparato de segurança que envolveu Obama pode até ser necessário, e é na verdade, mas foi exagerado e constrangedor pro Brasil. Só faltaram revistar a Dilma pra ver se ela não tinha nenhuma arma pronta pra atacar The President.
Nos discursos de Obama, muitos elogios e afagos ao Brasil, coisas que já se ouviu muitas vezes antes, mas que aparentemente só agora, por terem saído da boca dele, é que foram percebidas. Aumento da classe média, democracia consolidada, economia em crescimento... Teve gente que descobriu que a Olimpíada de 2016 vai ser no Rio porque Obama disse que viria pra ver os jogos. Eu não duvido!
E no meio de tanto blá blá blá, nada do que interessa ao Brasil. A eliminação dos vistos para facilitar o turismo entre os dois países? Nada. Brasil no Conselho de Segurança da ONU? Deixa pra outra hora. Os EUA querem é vender mais pro Brasil e recuperar o espaço perdido para a China.
Engraçado era ver o sorriso forçado dos repórteres fazendo a cobertura da visita pela TV. Senti vergonha alheia, sinceramente. E o alarde pelo "discurso ao povo brasileiro", com direito a chamada no Domingão do Faustão, que acabou não acontecendo na Cinelândia pelo receio da falta de público. Trágico.
O Brasil potência econômica mundial mega ultra power já pode ser uma realidade. Temos condições de crescer ainda mais, com desenvolvimento sustentável e gestão pública eficiente. Falta a gente se dar conta disso, e ter mais amor próprio. Igual diziam por aí: Yes, we can!
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| Charge: Amarildo (amarildo.com.br) |
No último final de semana, aconteceu um espetáculo sofrível pro nosso país tropical. A visita do Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, foi tratada como um evento de outro mundo superior ao nosso, algo histórico. Deu impressão de que o visitante era Deus em pessoa, e não um presidente de uma nação parceira.
Longe de mim ser anti-americano, e por esse motivo repudiar a visita de Obama, ou perder meu tempo sagrado com um protesto pelo fechamento da prisão de Guantánamo ou pelo fim dos ataques à Líbia. Mas eu não consigo entender o Brasil. Não só o governo, mas a imprensa em geral, que defende que nós brasileiros nos relacionemos de igual para igual com os americanos.
O que se viu, longe de igualdade, foi a mesma submissão de sempre. O aparato de segurança que envolveu Obama pode até ser necessário, e é na verdade, mas foi exagerado e constrangedor pro Brasil. Só faltaram revistar a Dilma pra ver se ela não tinha nenhuma arma pronta pra atacar The President.
Nos discursos de Obama, muitos elogios e afagos ao Brasil, coisas que já se ouviu muitas vezes antes, mas que aparentemente só agora, por terem saído da boca dele, é que foram percebidas. Aumento da classe média, democracia consolidada, economia em crescimento... Teve gente que descobriu que a Olimpíada de 2016 vai ser no Rio porque Obama disse que viria pra ver os jogos. Eu não duvido!
E no meio de tanto blá blá blá, nada do que interessa ao Brasil. A eliminação dos vistos para facilitar o turismo entre os dois países? Nada. Brasil no Conselho de Segurança da ONU? Deixa pra outra hora. Os EUA querem é vender mais pro Brasil e recuperar o espaço perdido para a China.
Engraçado era ver o sorriso forçado dos repórteres fazendo a cobertura da visita pela TV. Senti vergonha alheia, sinceramente. E o alarde pelo "discurso ao povo brasileiro", com direito a chamada no Domingão do Faustão, que acabou não acontecendo na Cinelândia pelo receio da falta de público. Trágico.
O Brasil potência econômica mundial mega ultra power já pode ser uma realidade. Temos condições de crescer ainda mais, com desenvolvimento sustentável e gestão pública eficiente. Falta a gente se dar conta disso, e ter mais amor próprio. Igual diziam por aí: Yes, we can!
domingo, 20 de março de 2011
Rodeio pra comemorar 19 anos de São João
Prato cheio pra quem gosta: dias 25, 26 e 27/03, acontece aqui na metrópole São João do Itaperiú o primeiro Rodeio Country da city, em comemoração aos 19 aninhos dessa jovem cidade (do dia 29 de março até 10 de julho teremos a mesma idade, mas isso não vem ao caso).
O Rodeio vai ser no Centro de Eventos, e conta com a seguinte programação:
Sexta (25/03)
20:30 - Abertura da Festa
21:00 - Início do Rodeio Country
23:00 - Baile com Portal Gaúcho
Sábado (26/03)
09:00 - Ação Social (post abaixo)
12:00 - Almoço e sertanejo universitário com Alisson e Fernando
14:00 - Etapa Catarinense de Marathon
20:30 - Início do Rodeio Country
23:00 - Baile com Banda Bom de Mais
Domingo (27/03)
11:00 - Chegada do Passeio Ciclístico
12:00 - Almoço e sertanejo universitário com Sandro e Alessandro
14:00 - Tourada, mesa da amargura e futboi
17:00 - Início do Rodeio Country
19:00 - Soirée com Grupo Minuano
Promoção:
Prefeitura Municipal
CTG Estância da Liberdade
Cia de Rodeios Borghezan
Cia de Rodeios Chico Souza
O Rodeio vai ser no Centro de Eventos, e conta com a seguinte programação:
Sexta (25/03)
20:30 - Abertura da Festa
21:00 - Início do Rodeio Country
23:00 - Baile com Portal Gaúcho
Sábado (26/03)
09:00 - Ação Social (post abaixo)
12:00 - Almoço e sertanejo universitário com Alisson e Fernando
14:00 - Etapa Catarinense de Marathon
20:30 - Início do Rodeio Country
23:00 - Baile com Banda Bom de Mais
Domingo (27/03)
11:00 - Chegada do Passeio Ciclístico
12:00 - Almoço e sertanejo universitário com Sandro e Alessandro
14:00 - Tourada, mesa da amargura e futboi
17:00 - Início do Rodeio Country
19:00 - Soirée com Grupo Minuano
Promoção:
Prefeitura Municipal
CTG Estância da Liberdade
Cia de Rodeios Borghezan
Cia de Rodeios Chico Souza
Utilidade pública: Ação social em SJI
Dia 26 deste mês, sábado que vem, acontece a Ação Social em São João do Itaperiú. Realizado pela prefeitura, o evento pretende oferecer serviços gratuitos para a população, como emissão de documentos e exames médicos. Vai ser no Centro de Eventos Euclides Raul Monteiro, das 9h às 16h, e acontece como parte das comemorações do aniversário de 19 anos de São João.
Mais detalhes do que vai ter:
Mais detalhes do que vai ter:
- Emissão de carteira de identidade (necessários 2 fotos 3X4; cópia de certidão de nascimento ou casamento; CPF se tiver; RG - caso seja segunda via);
- Exames médicos de pressão, glicemia, colesterol e exame de vista;
- Avaliação física;
- Quick Massagem;
- Emissão da Carteira de Trabalho (necessários 1 foto 3X4; RG e CPF - obrigatório);
- Parquinho para crianças (tobogã, cama elástica e piscina de bolinhas);
- Avaliação dentária;
- Orientações sobre saúde bucal;
- Assessoria Jurídica;
- Corte de Cabelo.
Dica de leitura: Sussurro - série Hush Hush
Peguei esse livro pra ler numa sexta-feira à noite e terminei no domingo. Não foi por falta do que fazer não, a verdade é que o livro é bom mesmo, prende o leitor do início ao fim, num ritmo de leitura frenético. Ponto pra autora Becca Fitzpatrick (nome complicado) que conseguiu fazer da sua estreia literária um best-seller. Claro que a história inevitavelmente remete a comparações com Crepúsculo, outra saga com mocinho misterioso e amor proibído. Mas o mocinho da vez, Patch Cipriano, é bem diferente de Edward Cullen. Patch é mais sombrio, e suas intenções com Nora, a mocinha, de início não são as melhores. Também não consigo imaginar a Bella Swan aprontando (e se arriscando) tal qual Nora Grey. Vale a pena ler Sussurro.
Sinopse:
Nora é uma menina responsável. Aos 17 anos, ela tira boas notas e sempre avisa à mãe aonde vai e o que está fazendo. Nem mesmo garotos a fazem perder o foco nos estudos. Até porque, apesar das tentativas de sua melhor amiga, Vee, de lhe arrumar um pretendente, ela nunca se interessou por ninguém na escola. Pelo menos não até ela conhecer Patch, seu novo colega na aula de biologia. Patch parece estar em todos os lugares e saber tudo sobre ela. Seu jeito ao mesmo tempo sedutor e perigoso faz com que Nora fique imediatamente intrigada. E encantada.
É então que eventos estranhos começam a acontecer. Um homem usando uma máscara de esqui salta diante de seu carro, seu quarto é invadido e aparentemente alguém está tentando matá-la. Nora não sabe em quem confiar. Quando Vee conhece dois novos rapazes e tenta arranjar um encontro, as coisas só pioram. Nora está assustada a maior parte do tempo. Patch é o da máscara de esqui? Ou será Elliot, o novo garoto com quem Vee quer que ela saia?
Em sua busca por respostas, Nora está prestes a se descobrir no centro de uma batalha ancestral entre seres imortais e anjos caídos. Sim, os anjos estão entre nós. E nem todos estão interessados em atividades celestiais.
Sinopse:
Nora é uma menina responsável. Aos 17 anos, ela tira boas notas e sempre avisa à mãe aonde vai e o que está fazendo. Nem mesmo garotos a fazem perder o foco nos estudos. Até porque, apesar das tentativas de sua melhor amiga, Vee, de lhe arrumar um pretendente, ela nunca se interessou por ninguém na escola. Pelo menos não até ela conhecer Patch, seu novo colega na aula de biologia. Patch parece estar em todos os lugares e saber tudo sobre ela. Seu jeito ao mesmo tempo sedutor e perigoso faz com que Nora fique imediatamente intrigada. E encantada.
É então que eventos estranhos começam a acontecer. Um homem usando uma máscara de esqui salta diante de seu carro, seu quarto é invadido e aparentemente alguém está tentando matá-la. Nora não sabe em quem confiar. Quando Vee conhece dois novos rapazes e tenta arranjar um encontro, as coisas só pioram. Nora está assustada a maior parte do tempo. Patch é o da máscara de esqui? Ou será Elliot, o novo garoto com quem Vee quer que ela saia?
Em sua busca por respostas, Nora está prestes a se descobrir no centro de uma batalha ancestral entre seres imortais e anjos caídos. Sim, os anjos estão entre nós. E nem todos estão interessados em atividades celestiais.
sexta-feira, 11 de março de 2011
Morri, fui pro céu. E agora?
Quem nunca quis saber como é o céu? Afinal, geralmente quando uma pessoa segue uma religião, ou independente de seguir uma religião, acredita em Deus, é porque também acredita no céu. E que quando morrer, se tiver feito tudo conforme Nosso Senhor quis, ganha o presente eterno. Deeesta maneira, surge uma certa curiosidade pra saber qual é este presente eterno que Deus está nos reservando. Será aquele onde passeamos por entre as núvens, rodeados de anjos tocando harpa? Sei não...
O que me aparece como ideia mais sensata, é aquela historinha que contam pros islâmicos homens-bomba, pra que estes cumpram seu "belo" papel. Exploda-se, e lá no céu você vai encontrar um harém repleto de virgens te esperando. Ora, nada mais certo do que o céu, sendo uma retribuição do nosso comportamento em vida, tenha tudo o que nos possa fazer feliz, deixar-nos realizados e satisfeitos. De certa maneira, tudo aquilo que evitamos em vida, os prazeres e tentações, teríamos a disposição no descanso eterno.
Pense num lugar aonde você possa falar tudo aquilo que quiser na cara de fulano(a) que não te agrada, mas nunca pôde. Aonde possa reunir todos os seus próximos mais queridos, familiares, amigos... Aonde você tenha dinheiro de sobra pra viajar pelo mundo, comprar tudo o que quiser, ou simplesmente tenha uma estante repleta de livros para ler e vivenciar as histórias ao mesmo tempo. Cada um tem a sua maneira de ser feliz.
Mas eu também tenho uma ideia de felicidade, que pra mim torna tudo ainda mais confuso. Acredito que a felicidade tem que ser vista numa visão de economista: é sempre escassa, estamos sempre lidando com novas necessidades, nunca estamos completamente felizes, ou então, precisamos cultivar todos os dias os bons sentimentos. Dessa forma, o céu, o Eterno, nosso presente final de Deus, vai ser de enjoar um dia? Vamos conseguir reinventar nossos prazeres, de forma que o tédio nunca tome conta do paraíso?
Só vamos saber de tudo isso um dia, mas é claro, se Nosso Senhor não nos mandar mais pra baixo... Parodiando uma certa música: "o jeito é, dar uma morridinha pra saber..." (ficou tosco, mas valeu a intenção)
O que me aparece como ideia mais sensata, é aquela historinha que contam pros islâmicos homens-bomba, pra que estes cumpram seu "belo" papel. Exploda-se, e lá no céu você vai encontrar um harém repleto de virgens te esperando. Ora, nada mais certo do que o céu, sendo uma retribuição do nosso comportamento em vida, tenha tudo o que nos possa fazer feliz, deixar-nos realizados e satisfeitos. De certa maneira, tudo aquilo que evitamos em vida, os prazeres e tentações, teríamos a disposição no descanso eterno.Pense num lugar aonde você possa falar tudo aquilo que quiser na cara de fulano(a) que não te agrada, mas nunca pôde. Aonde possa reunir todos os seus próximos mais queridos, familiares, amigos... Aonde você tenha dinheiro de sobra pra viajar pelo mundo, comprar tudo o que quiser, ou simplesmente tenha uma estante repleta de livros para ler e vivenciar as histórias ao mesmo tempo. Cada um tem a sua maneira de ser feliz.
Mas eu também tenho uma ideia de felicidade, que pra mim torna tudo ainda mais confuso. Acredito que a felicidade tem que ser vista numa visão de economista: é sempre escassa, estamos sempre lidando com novas necessidades, nunca estamos completamente felizes, ou então, precisamos cultivar todos os dias os bons sentimentos. Dessa forma, o céu, o Eterno, nosso presente final de Deus, vai ser de enjoar um dia? Vamos conseguir reinventar nossos prazeres, de forma que o tédio nunca tome conta do paraíso?
Só vamos saber de tudo isso um dia, mas é claro, se Nosso Senhor não nos mandar mais pra baixo... Parodiando uma certa música: "o jeito é, dar uma morridinha pra saber..." (ficou tosco, mas valeu a intenção)
quarta-feira, 9 de março de 2011
Virge Maria, que foi isto maquinista?
Não sou muito fã de poesia, mas conheço uma que de certo modo fez parte da minha adolescência. "Trem de Ferro", de Manuel Bandeira, foi apresentada por mim e pelo meu grupo duas vezes na escola, no primeiro e no segundo ano do Ensino Médio, num concurso de poesias. E nas duas vezes em que nos apresentamos, vencemos o concurso.
A explicação pra tamanho sucesso, eu acredito, deve ser porque a poesia é animada, pra cima, permite uma "coreografia" em que os integrantes abusem do espaço e das rimas (que imitam o movimento de um trem) para a apresentação. Se os jurados fossem mais rigorosos, aí talvez avaliassem mais as características técnicas de declamação, e a gente perdia o concurso, ou não, não lembro agora se nossos concorrentes eram melhores.
No ano seguinte, depois de duas vitórias com o Trem de Ferro, decidimos mudar de poesia pra evitar ganhar de novo com ela, visto que isso já estava gerando uma revolta violenta nos outros grupos. Não sei se por decisão de Dona Silvana, professora que coordenava o concurso, o Trem não foi apresentado por ninguém mais. Eu e meus friends Flavia, Ana Paula e Cleyton, adaptamos a música "Terezinha", do Chico Buarque, em forma de poesia. Ficamos em segundo lugar.
Mas essa trégua do Trem foi passageira. Fiquei sabendo que no ano passado a poesia esteve de volta, e pra graça da alma de Manuel Bandeira, venceu de novo. Piuíííí!
(Obs.: No mesmo ano em que apresentamos "Terezinha", também fizemos o Trem, só que dessa vez sem concorrer. Bem lembrado Flavia!)
(Obs.: No mesmo ano em que apresentamos "Terezinha", também fizemos o Trem, só que dessa vez sem concorrer. Bem lembrado Flavia!)
Café com pão
Café com pão
Café com pão
Virge Maria que foi isto maquinista?
Agora sim
Café com pão
Agora sim
Voa, fumaça
Corre, cerca
Ai seu foguista
Bota fogo
Na fornalha
Que eu preciso
Muita força
Muita força
Muita força
Oô..
Foge, bicho
Foge, povo
Passa ponte
Passa poste
Passa pasto
Passa boi
Passa boiada
Passa galho
De ingazeira
Debruçada
Café com pão
Café com pão
Virge Maria que foi isto maquinista?
Agora sim
Café com pão
Agora sim
Voa, fumaça
Corre, cerca
Ai seu foguista
Bota fogo
Na fornalha
Que eu preciso
Muita força
Muita força
Muita força
Oô..
Foge, bicho
Foge, povo
Passa ponte
Passa poste
Passa pasto
Passa boi
Passa boiada
Passa galho
De ingazeira
Debruçada
No riacho
Que vontade
De cantar!
Oô...
Que vontade
De cantar!
Oô...

Quando me prendero
No canaviá
Cada pé de cana
Era um oficiá
Ôo...
Menina bonita
Do vestido verde
Me dá tua boca
Pra matá minha sede
Ôo...
Vou mimbora voou mimbora
Não gosto daqui
Nasci no sertão
Sou de Ouricuri
Ôo...
Vou depressa
Vou correndo
Vou na toda
Que só levo
Pouca gente
Pouca gente
Pouca gente...
Manuel Bandeira
quarta-feira, 2 de março de 2011
Impressões sobre os primeiros dias do 4º período
Comecei mais um semestre, agora iniciando bravamente o 4º período de Administração. Acabou a "vida boa" de poder só trabalhar e passar as noites em casa. Mais uma vez, lá vou eu acordar ás 7h e dormir à meia-noite, todos os dias, de segunda a sexta. Claro, tem gente que enfrenta uma rotina muito mais pesada, mas ainda assim é cansativo pra cacete.
De cara meu santo não bateu com três matérias, e logo na primeira aula já senti um tédio que beirou o insuportável: Administração Financeira, de Materiais e Contabilidade Gerencial. Simpatizei, principalmente devido ao estilo dos professores, com Sociologia Organizacional e Pesquisa em Administração. Mas ainda tenho 17 aulas de cada matéria pela frente, pra mim mudar de opinião ou reforçá-la. Faço votos que se realize a primeira hipótese.
Encontrei poucos colegas do 3º período nas aulas. E menos ainda resistem desde o 1º. Alguns mudam de faculdade, outros trancam, alguns trocam de curso. Uma amiga que começou comigo trocou pra Psicologia (a meu ver uma mudança de 180° e acertada, porque se for pra mudar, que se mude pra valer).
A Univali (ou o DCE) está oferecendo uma estrutura física mais, digamos, confortável, pelas passagens cobertas entre os blocos, impedindo que em dias de chuva os pobres acadêmicos se molhem e as humildes acadêmicas desmanchem a chapinha. Ficou bonitinho e foi bem útil. Se foi obra do DCE dou os parabéns, promessa feita, promessa cumprida.
E por falar em acadêmicos e acadêmicas, nunca vi tanta gente entrando num semestre. A Universidade tá lotada, pelo menos lá pelas minhas bandas das Sociais Aplicadas: Administração, Contábeis, Logística, Comércio Exterior... Geralmente o pessoal que tá indeciso sobre o curso que quer fazer, amarra a égua por ali, isso é fato. Vamos ver por quanto tempo dura essa muvuca.
E faço uma reclamação pra Univali: precisamos de mais lanchonetes. Essa cambada de gente saindo tudo ao mesmo tempo pro intervalo, gera uma infinidade de filas pra quem quer comprar alguma coisa. Na hora que você pega seu lanche, lá se foi o tempo do intervalo. Alguns não ligam pra isso, mas fica chato entrar na sala depois que o professor já começou o segundo tempo.
Por enquanto, é isso aí.
De cara meu santo não bateu com três matérias, e logo na primeira aula já senti um tédio que beirou o insuportável: Administração Financeira, de Materiais e Contabilidade Gerencial. Simpatizei, principalmente devido ao estilo dos professores, com Sociologia Organizacional e Pesquisa em Administração. Mas ainda tenho 17 aulas de cada matéria pela frente, pra mim mudar de opinião ou reforçá-la. Faço votos que se realize a primeira hipótese.
Encontrei poucos colegas do 3º período nas aulas. E menos ainda resistem desde o 1º. Alguns mudam de faculdade, outros trancam, alguns trocam de curso. Uma amiga que começou comigo trocou pra Psicologia (a meu ver uma mudança de 180° e acertada, porque se for pra mudar, que se mude pra valer).
A Univali (ou o DCE) está oferecendo uma estrutura física mais, digamos, confortável, pelas passagens cobertas entre os blocos, impedindo que em dias de chuva os pobres acadêmicos se molhem e as humildes acadêmicas desmanchem a chapinha. Ficou bonitinho e foi bem útil. Se foi obra do DCE dou os parabéns, promessa feita, promessa cumprida.
E por falar em acadêmicos e acadêmicas, nunca vi tanta gente entrando num semestre. A Universidade tá lotada, pelo menos lá pelas minhas bandas das Sociais Aplicadas: Administração, Contábeis, Logística, Comércio Exterior... Geralmente o pessoal que tá indeciso sobre o curso que quer fazer, amarra a égua por ali, isso é fato. Vamos ver por quanto tempo dura essa muvuca.
E faço uma reclamação pra Univali: precisamos de mais lanchonetes. Essa cambada de gente saindo tudo ao mesmo tempo pro intervalo, gera uma infinidade de filas pra quem quer comprar alguma coisa. Na hora que você pega seu lanche, lá se foi o tempo do intervalo. Alguns não ligam pra isso, mas fica chato entrar na sala depois que o professor já começou o segundo tempo.
Por enquanto, é isso aí.
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Exigências pra quem quer conseguir um bom emprego
![]() |
| Quadrinhos: treinaweb.com.br |
Mas analisemos bem, pra ver se o cidadão não deve ser milagroso: se você precisa ter experiência para assumir uma função, logo deve ter trabalhado na área por um período considerável. O problema nessa questão é como, de que maneira, você vai adquirir experiência numa área onde só aceitam pessoas que tenham experiência. Por onde se começa? Sendo assim, fica subentendido que o primeiro requisito fundamental para uma pessoa ser empregada é nascer com experiência. Ok, a confusão foi grande, mas é obra das empresas. Imagine isso na cabeça de um jovem que quer trabalhar.
Quanto a formação, exige-se que você esteja cursando faculdade, se ainda não estiver formado. Óbvio, coisa do passado. Mas não é só isso. Desejável também inglês, de preferência entre o nível intermediário e o avançado. Neste caso, você deve encaixar na sua agenda um horário para o seu curso de inglês e para a faculdade, sem esquecer que você deve estar trabalhando para conseguir a experiência e o dinheiro para pagar a faculdade e o curso! Só pra isso, porque pro resto não sobra. Afinal, quem precisa fazer certas coisas supérfluas, como por exemplo se alimentar?
Pois bem, adquirida a experiência e a formação adequada, você não pode se esquecer de avaliar suas características pessoais. Afinal, nem sempre uma vaga se encaixa no seu perfil, oras bolas. É preciso ter um certo feeling pra adivinhar qual é o seu perfil na visão da empresa, e se ele está de acordo com as exigências dela, porque isso não vem escrito no seu manual de instruções. Recomendo que você seja organizado, participativo, empreendedor, simpático, dinâmico, ágil, responsável, com iniciativa, boa dicção, que tenha capacidade para trabalhar em equipe, e quem sabe, tenha carro próprio (entra nas características). Dependendo do cargo pretendido o seu sexo também conta a desfavor.
Pra terminar, vem a dinâmica de grupo. Aaaaahh... Que ótimo! Quem foi que inventou a tal dinâmica de grupo? Não existe negócio mais detestável e constrangedor para um ser humano. Você vai desenhar, discursar, jogar, dançar, pular, inventar alguma coisa mirabolante para alguém dissecar toda a sua apresentação e dizer que você foi péssimo no que fez. No final das contas, te revelam que aquilo tudo não passou de um teste e que as críticas foram encenadas, importando mesmo se você tem o bendito perfil desejado pela empresa.
Quer um conselho? Estude muito e faça um concurso público. O problema (nada fica imune a problemas, incrível) é que o governo resolveu cortar gastos, e nesse corte estão incluídos os concursos. Talvez você precise esperar um pouquinho. Enquanto isso, vá treinando pra sua dinâmica de grupo.
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Você sabe qual é a maior palavra da Língua Portuguesa?
Não, não é inconstitucionalissimamente, como muitos supõem. A maior palavra da Língua Portuguesa, aprendi graças a minha melhor amiga Flavia e ao dicionário Houaiss (considerado atualmente mais completo que o famoso Aurélio): pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiótico. Mas não é nenhum monstro que parece um pneu visto de um microscópio de silicone soltando lava de vulcão. Quase isso. É o cidadão que sofre de uma doença causada pelo contato com cinzas vulcânicas. A doença, em si, tem duas letras a menos, lá vai: pneumoultramicroscopicossilicovulcanoconiose. Eita! A Wikipédia separou parte por parte a miudeza pra se chegar a uma definição melhor:
Palavra Significado
Pneumo pulmão
Ultra além
Microscópico muito pequeno
Sílico derivado de silício, elemento químico presente no magma vulcânico
Vulcano vindo de um vulcão
coniose doença causada pela inalação de partículas de poeira em suspensão no ar
Claro que a Flavia soube decorar muito antes de mim. Mas eu soube aproveitar muito bem esse novo aprendizado. Certa vez, na aula de comunicação, já na faculdade, surgiu essa pergunta sobre a maior palavra da nossa língua. Respondi certo, pra desgosto da professora, que não quis ficar por menos, e deu a definição da palavra. Só que ela deu a definição errada; ao invés de explicar que a palavra se referia ao doente, ela falou que era a doeça em si. Bom, sendo uma palavra de 46 letras, naturalmente ao chegar no final dela, você já esqueceu o começo, daí embaralha tudo. Dona Isaura, minha teatcher querida, tá perdoada!
O melhor de tudo foi que a sala não precisou fazer o dever de casa, que era justamente pesquisar sobre a tal palavra. Matamos o monstro ali mesmo, antes que ele nos engolisse. Mas sugiro que você tome cuidado, quando for passear próximo de um vulcão em erupção, pois ouvi falar que essa doença é perigosa! Imagina o coitado do doente, sofrendo alguma crise, tendo que falar pro médico do que ele sofre... Até terminar a palavra, já bateu as botas. Isso se ele não bater as botas por passear perto de um vulcão em erupção. Sai daí, pô!
Palavra Significado
Pneumo pulmão
Ultra além
Microscópico muito pequeno
Sílico derivado de silício, elemento químico presente no magma vulcânico
Vulcano vindo de um vulcão
coniose doença causada pela inalação de partículas de poeira em suspensão no ar
Claro que a Flavia soube decorar muito antes de mim. Mas eu soube aproveitar muito bem esse novo aprendizado. Certa vez, na aula de comunicação, já na faculdade, surgiu essa pergunta sobre a maior palavra da nossa língua. Respondi certo, pra desgosto da professora, que não quis ficar por menos, e deu a definição da palavra. Só que ela deu a definição errada; ao invés de explicar que a palavra se referia ao doente, ela falou que era a doeça em si. Bom, sendo uma palavra de 46 letras, naturalmente ao chegar no final dela, você já esqueceu o começo, daí embaralha tudo. Dona Isaura, minha teatcher querida, tá perdoada!
O melhor de tudo foi que a sala não precisou fazer o dever de casa, que era justamente pesquisar sobre a tal palavra. Matamos o monstro ali mesmo, antes que ele nos engolisse. Mas sugiro que você tome cuidado, quando for passear próximo de um vulcão em erupção, pois ouvi falar que essa doença é perigosa! Imagina o coitado do doente, sofrendo alguma crise, tendo que falar pro médico do que ele sofre... Até terminar a palavra, já bateu as botas. Isso se ele não bater as botas por passear perto de um vulcão em erupção. Sai daí, pô!
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
Em país miserável da África, prioridade é proibir o pum
Isso mesmo, você não leu errado. No Malawi, um dos países mais pobres do mundo, um Ministro de Estado está empenhado em fazer ser aprovada pelo parlamento uma lei que proíbe os cidadãos de liberarem gases em locais públicos. Segundo o Ministro da Justiça e Relações Institucionais, George Chaponda, "o governo tem a obrigação de garantir a decência pública e introduzir a ordem no país".
Chaponda também se revela saudoso em relação a ditadura militar que um dia esteve a frente do governo, dizendo que a democracia reinante estava deixando as pessoas mal-educadas, e tornou-se preciso disciplinar os Malawianos. "Este hábito não existia nos tempos da ditadura porque os cidadãos temiam as consequências, mas desde que o país abraçou a democracia multipartidária há 16 anos, as pessoas começaram a sentir que podem libertar gases em qualquer lado", referiu o ministro da Justiça, que propôs a criminalização.
O mais difícil disso tudo vai ser descobrir quem são os verdadeiros criminosos. Usar-se-á a tática da mão amarela? Vai ter investigação policial, operação caça-peidões? Eu hein... Pra se chegar a esse ponto, o pessoal do Malawi deve estar com uns hábitos um tanto quanto deselegantes. E os serviços públicos devem estar atendendo plenamente e com qualidade a população pro senhor estar gastando seu precioso tempo com isso, não é mesmo ministro?
Fonte de informações: Jornal de Notícias http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1776004
Chaponda também se revela saudoso em relação a ditadura militar que um dia esteve a frente do governo, dizendo que a democracia reinante estava deixando as pessoas mal-educadas, e tornou-se preciso disciplinar os Malawianos. "Este hábito não existia nos tempos da ditadura porque os cidadãos temiam as consequências, mas desde que o país abraçou a democracia multipartidária há 16 anos, as pessoas começaram a sentir que podem libertar gases em qualquer lado", referiu o ministro da Justiça, que propôs a criminalização.
O mais difícil disso tudo vai ser descobrir quem são os verdadeiros criminosos. Usar-se-á a tática da mão amarela? Vai ter investigação policial, operação caça-peidões? Eu hein... Pra se chegar a esse ponto, o pessoal do Malawi deve estar com uns hábitos um tanto quanto deselegantes. E os serviços públicos devem estar atendendo plenamente e com qualidade a população pro senhor estar gastando seu precioso tempo com isso, não é mesmo ministro?
Fonte de informações: Jornal de Notícias http://www.jn.pt/PaginaInicial/Mundo/Interior.aspx?content_id=1776004
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
A música que fez o Radiohead pedir pra ver "Bruna Surfistinha"
Pra quem não entendeu o título, explico: vai ser lançado nos cinemas, dia 25, um filme contando a história da Bruna Surfistinha, aqueeeela ex-garota de programa que escreveu um livro e ficou famosa. Uma das músicas escolhidas para a trilha sonora do filme é Fake Plastic Trees (falsas árvores de plástico), do Radiohead. Mas os caras da banda só liberaram a música com uma condição: queriam que ver o filme antes.
Eu particularmente adoro essa música, e ela tem uma letra muito interessante. Uma crítica ao consumo, a artificialidade das coisas, o que você quiser pensar! Taí embaixo o clipe legendado:
Eu particularmente adoro essa música, e ela tem uma letra muito interessante. Uma crítica ao consumo, a artificialidade das coisas, o que você quiser pensar! Taí embaixo o clipe legendado:
Um menino, um atlas, e as capitais do mundo
Quando eu tinha uns 8/9 anos, meu pai assinava todos os dias o jornal Anotícia, e nessa época o jornal fez uma promoção que dava em toda edição, ou toda semana, não me lembro, partes de um atlas geográfico (aquele livro com mapas e outras informações sobre os países) para que os leitores completassem. Igualzinho esse aí do lado, numa espécie de parceria com a Folha de São Paulo. Reunidas as partes do livro, fizemos a encadernação.
Lembro que simplesmente achei fascinante aqueles mapas, os países que eu ouvia falar ainda criança, mas não conhecia detalhes como a localização, principais cidades, as características geográficas, enfim, todo o conteúdo de um bom atlas geográfico mundial.
Mas o que mais me chamou a atenção, aconteceu quando fui questionado pelo meu pai, que quis saber de mim, com o livro em mãos, qual era a capital dos Estados Unidos. Respondi a primeira cidade americana que veio na minha cabeça de criança. É lógico, oras bolas, só pode ser Nova York. Errado garoto! A capital dos Estados Unidos é Washington.
Fiquei pasmo... Como é que eu não sabia disso? Me intriguei, e de repente eu estava lendo as informações de todos os países. Sem nem perceber, em pouco tempo tinha decorado o nome de todas as capitais do mundo. Me divertia respondendo às perguntas dos meus familiares, que tentavam de todas as maneiras me pegar numa pergunta difícil.
Minha imaginação de criança ia longe, e nela eu estava participando de um programa de perguntas e respostas, talvez o grande sucesso da época "Show do Milhão", onde eu respondia corretamente Sarajevo, quando me peguntassem a capital da Bósnia e Herzegovina, ou Ulan Bator, quando a questão era sobre a capital da Mongólia. 1 milhão de reais em barras de ouro, que valem mais do que dinheiro! hehe
Aprendi muito com meu atlas, e tenho ele lá guardadinho até hoje. Claro que as capitais não estão mais todas na ponta da língua, mas ainda me recordo o suficiente para responder sobre os países mais conhecidos. E sobre a Bósnia e Herzegovina e a Mongólia, obviamente.
Lembro que simplesmente achei fascinante aqueles mapas, os países que eu ouvia falar ainda criança, mas não conhecia detalhes como a localização, principais cidades, as características geográficas, enfim, todo o conteúdo de um bom atlas geográfico mundial.
Mas o que mais me chamou a atenção, aconteceu quando fui questionado pelo meu pai, que quis saber de mim, com o livro em mãos, qual era a capital dos Estados Unidos. Respondi a primeira cidade americana que veio na minha cabeça de criança. É lógico, oras bolas, só pode ser Nova York. Errado garoto! A capital dos Estados Unidos é Washington.
Fiquei pasmo... Como é que eu não sabia disso? Me intriguei, e de repente eu estava lendo as informações de todos os países. Sem nem perceber, em pouco tempo tinha decorado o nome de todas as capitais do mundo. Me divertia respondendo às perguntas dos meus familiares, que tentavam de todas as maneiras me pegar numa pergunta difícil.
Minha imaginação de criança ia longe, e nela eu estava participando de um programa de perguntas e respostas, talvez o grande sucesso da época "Show do Milhão", onde eu respondia corretamente Sarajevo, quando me peguntassem a capital da Bósnia e Herzegovina, ou Ulan Bator, quando a questão era sobre a capital da Mongólia. 1 milhão de reais em barras de ouro, que valem mais do que dinheiro! hehe
Aprendi muito com meu atlas, e tenho ele lá guardadinho até hoje. Claro que as capitais não estão mais todas na ponta da língua, mas ainda me recordo o suficiente para responder sobre os países mais conhecidos. E sobre a Bósnia e Herzegovina e a Mongólia, obviamente.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
A novela do salário mínimo
Amanhã a Câmara dos Deputados vota o aumento do salário mínimo. De um lado, o governo implora desesperadamente para que se aprove o valor de R$ 545, e do outro, centrais sindicais e oposição se revezam, ora em R$ 560, ora R$ 580 e os tão falados R$ 600, prometidos em campanha pelo então candidato José Serra.
O Ministro da Fazenda, Guido Mantega, explicou-se hoje aos deputados, dizendo que um aumento maior que o proposto pelo governo (545) desestabilizaria as contas públicas, e acabaria gerando aumento da inflação. Como o aumento da inflação leva ao aumento dos preços, o salário mínimo maior acabaria não servindo pra nada. Do que adianta ganhar mais, se tudo fica mais caro?
Serra prometeu R$ 600, e fez a proposta com embasamento em medidas que a sustentariam, como por exemplo o corte de gastos na máquina pública. Mas Serra não se elegeu, e o governo praticamente manteve a mesma estrutura inchada. Houve corte no orçamento, mas devido a gastança realizada em 2010, ano de eleições. Lula abusou geral da grana, e agora, Dilminha eleita, podemos conferir o resultado.
Será que um mínimo maior que R$ 545 forçaria o governo a reduzir sua estrutura, como quero crer, imagina a oposição? Acredito que não, e quem pagaria a conta seríamos nós. De qualquer forma, com uma base aliada gigantesca, não deverá ser difícil para o governo aprovar o mínimo desejado.
Irônico e revoltante é saber que, enquanto fala-se em conter gastos, nossos congressistas aprovem pra si mesmos um aumento absurdo de salário...
O Ministro da Fazenda, Guido Mantega, explicou-se hoje aos deputados, dizendo que um aumento maior que o proposto pelo governo (545) desestabilizaria as contas públicas, e acabaria gerando aumento da inflação. Como o aumento da inflação leva ao aumento dos preços, o salário mínimo maior acabaria não servindo pra nada. Do que adianta ganhar mais, se tudo fica mais caro?
Serra prometeu R$ 600, e fez a proposta com embasamento em medidas que a sustentariam, como por exemplo o corte de gastos na máquina pública. Mas Serra não se elegeu, e o governo praticamente manteve a mesma estrutura inchada. Houve corte no orçamento, mas devido a gastança realizada em 2010, ano de eleições. Lula abusou geral da grana, e agora, Dilminha eleita, podemos conferir o resultado.
Será que um mínimo maior que R$ 545 forçaria o governo a reduzir sua estrutura, como quero crer, imagina a oposição? Acredito que não, e quem pagaria a conta seríamos nós. De qualquer forma, com uma base aliada gigantesca, não deverá ser difícil para o governo aprovar o mínimo desejado.
Irônico e revoltante é saber que, enquanto fala-se em conter gastos, nossos congressistas aprovem pra si mesmos um aumento absurdo de salário...
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Os gigantes Maine Coon
Joguei no Google a palavra Maine, com a intenção de pesquisar sobre esse estado dos EUA, e achei nas pesquisas relacionados algo que me chamou atenção: maine coon gato. Como sou fã dos felinos, dei um clique pra saber do que se tratava, imaginando que só poderia ser uma raça de gatos, proveniente do Maine. Quase acertei. Eles não são exatamente originários de lá, mas foi nesse estado que eles passaram a ser reconhecidos oficialmente como raça e começaram a ser exibidos em exposições.
Os Maine Coon são diferentes, pelo seguinte motivo: são gigantes! Têm um pelo alongado e sedoso, não tão "cheios" quanto um persa, e são muito dóceis, segundo dizem os donos. E os grandões se relacionam bem com outros gatos e até com cães (Também pudera... Se eu fosse um cachorro, pensaria duas vezes antes de latir pra esse bichano)
Claro que não custa barato ter um gatão imponente desses... Se você gostou e quer ter um Maine Coon como seu animalzinho de estimação, vai ter que desembolsar entre R$ 1800 e R$ 9200. Miaaaau!
Para mais informações, um site só deles:
http://www.mainecoon-info.com
Os Maine Coon são diferentes, pelo seguinte motivo: são gigantes! Têm um pelo alongado e sedoso, não tão "cheios" quanto um persa, e são muito dóceis, segundo dizem os donos. E os grandões se relacionam bem com outros gatos e até com cães (Também pudera... Se eu fosse um cachorro, pensaria duas vezes antes de latir pra esse bichano)
A sua pelagem densa e flexível é repartida harmoniosamente sobre o corpo e recaída em longas mechas, formando uma gola muito sedutora em seu pescoço. Patas largas e cheias de tufos com estrutura poderosa são algumas das características naturais desta raça fabulosa. (mainecoon-info.com)
Claro que não custa barato ter um gatão imponente desses... Se você gostou e quer ter um Maine Coon como seu animalzinho de estimação, vai ter que desembolsar entre R$ 1800 e R$ 9200. Miaaaau!
Para mais informações, um site só deles:
http://www.mainecoon-info.com
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